O Positivo do Não

“...(Jônatas, filho de Saul, tinha um filho aleijado dos pés. Ele tinha cinco anos de idade quando chegou a notícia de Jezreel de que Saul e Jônatas haviam morrido. Sua ama o apanhou e fugiu, mas, na pressa, ela o deixou cair, e ele ficou manco. Seu nome era Mefibosete.)...” (2Sm.4:4 NVI)

Não, palavra negativa, palavra que exprime uma negação, de modo nenhum, se adicionarmos o verbete Não a um substantivo, adjetivo, ou verbo, teremos então uma prerrogativa de ausência, privação.

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Como você encara quando recebe um não? Como você age?

As vezes o não é também sentido de falsidade, quantas vezes você disse sim, quando na verdade queria dizer não. Quando não podemos dizer não é porque não sabemos nem podemos distinguir qual é a nossa prioridade na vida, para onde estamos indo e qual é o nosso objetivo.

O não é necessário e devemos aprender a dizer com paz no coração, podemos, e, está permitido dizer não. Dizer não muitas vezes é sinônimo de saúde mental. Sem ódios, nem broncas, nem em maus tons podemos sim, dizer não.


1. – O poder das palavras sim e não:

Nas negativas quase sempre sofremos, queremos receber algo, porém, recebemos totalmente o contrário e nos perguntamos por que será que o que eu peço não recebo? E a resposta pode ser: Por causa do Não. É muito comum ver pessoas que não conseguem ser felizes porque não expressam diretamente o que querem, ou, o que pensam, pedem desejam, porém, não são específicos e desta forma perdem a oportunidade da benção. Paz, saúde, amor, felicidade, dinheiro, não são desejos ruins, mais são indefinidos, não passam de metas abstratas impossíveis de avaliar, e, é aí que vem a frustração. Quando você for pedir precisará ser especifico, não seja um embromador, caso contrário receberá um não extremamente negativo, se você pedir especificamente poderá receber um não também, porém, ele não será negativo, pois quando Deus não nos dá o que queremos, Ele está nos preparando algo melhor. Vejamos a vitimização de falar, pedir e negar:


2. - O que peço é o que eu recebo?

Quando alcançamos a maturidade para compreender a negativa como uma afirmativa, logo, conseguiremos agregar ao nosso comportamento um esvaziamento psíquico tão positivo que nos sentiremos bem mais leves. Como você tem andado com suas palavras? Sempre digo para minha esposa que ela pega carga maior que pode suportar por causa do Não, ou melhor, por não saber dizer não. O sim e o não fazem parte da negociação, quando você escolheu a roupa para vir ao culto teve que dizer obrigatoriamente um sim para a roupa que você está usando e um não para a que você pegou e desistiu de usar ela na última hora. O sim e o não determinarão sua posição de liderança, autoridade e controle de sua própria vida. Logo, dizer não, é esvaziar-se é negativar o receptor, porém, é uma afirmativa para você que poderá ter sua mente livre, agora não seja com isto um negativo absoluto, sim e não falarão de você de suas convicções, sim e não ditos sabiamente no tempo certo farão com que você evite uma enormidade de conflitos e problemas, porém, se viver na negativa estará se distanciando cada vez mais e mais do sucesso.


2.1. - Vitimando-se:

são as pessoas que em lugar de pedir da seguinte forma: Você me compra um sorvete, ela diz: Estou aqui a horas trabalhando, morrendo de calor e ninguém faz nada por mim. Esta forma de vitimização não conseguirá que alguém lhe ajude, da mesma forma orar a Deus pedindo desta forma, simplesmente será impossível receber a benção de Deus. Talvez você se pergunte e qual o problema de falar assim? A resposta é bem simples, é que a maioria de nós sempre temos a ideia da inferioridade, e desta forma, a vitimização nos acolhe, um não neste momento será exatamente o que merecemos, porém, não o que precisamos ouvir, por outro lado a pessoa que vai negativar sua ação não sabe disto, desta forma precisamos, pensar como meu irmão reagirá frente minha fala?


2.2. - Sendo Enroladores:

são aqueles que não dizem as coisas diretamente. Por exemplo: em lugar de indicar aos outros que gostaria de receber uma visita do pastor, dão milhares de volta para dizer que estão se sentindo sozinhos.


2.3. - Adoecendo ao falar:

é o caso típico das pessoas que ficam doentes quando estão atravessando algum tipo de problema ou uma dificuldade. São as que não conseguem colocar em palavras as emoções, neste caso seus corpos acabam falando por elas, e de fato ficam doentes, mais doentes da alma. “...A emoção é o que eu sinto agora, o sentimento é o que venho sentindo há muito tempo...” (Bernardo Stamateas)


3. – Os nãos que curam:

“...Um não pronunciado com a mais profunda convicção é melhor e maior do que um sim enunciado com o propósito de agradar ou o que é pior, de evitar um problema...” (Mahatma Gandhi) Para termos mais saúde, mais sucesso e principalmente paz, devemos dizer Não a determinados fatos e a certos tipos de pessoas. William Ury cita: “...A arte de liderar não está em dizer sim, mais em saber dizer não...”. Muitas vezes não conseguimos dizer não quando desejamos fazer e sabemos que deveríamos. Para superar esta situação devemos:


3.1. - Não idealizar ninguém:

ao idealizarmos outra pessoa, estando colocando-a em um papel superior enquanto nos diminuímos, tornando-nos assim mais vulneráveis e ficamos expostos para que o outro possa nos ferir. Se nos conectamos com outras pessoas (qualquer que seja o lugar que essa pessoa ocupe), deve ser de igual para igual, porque se colocar acima de, é um ato de soberba, e debaixo de habilita a que os outros possam nos humilhar. Devemos recordar que todos viemos do mesmo tronco, e, portanto, merecemos as mesmas oportunidades.


3.2. - Não reagir mal diante das palavras das pessoas:

há palavras que chegarão para ferir-nos e provocar uma reação a essa mensagem que transmitem. As pessoas que pronunciam estas palavras se chamam em psicologia, tóxicas.

Concluindo: as vezes o não é um sim, e um sim é um não, você precisa saber o que dizer, se sim ou se não.

Por isto meu filho seu nome é o que representa O não de Deus, mais agora é hora de descansar logo mais teremos culto e o dia será cheio amanhã, novos leões e ursos para destruirmos, e sei que posso contar com vocês não é mesmo?


Fonte: http://pastorteruel.blogspot.com.br





Teologia Unicista

"Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o próprio Jesus Cristo a principal pedra de esquina". Efésios 2:20 ESSENCIAIS DA TEOLOGIA UNICISTA. David K. Bernard

Prefácio do Autor

Essenciais da Teologia Unicista, primeiramente foi apresentado como um trabalho sobre “Aspectos do Movi¬mento Pentecostal Unicista”, num simpósio patrocinado pela Harvard Divinity School em 5-7 de Julho de 1984, em Cambridge, Massachusetts. Dos dez maiores trabalhos apre¬sentados no simpósio, este foi o único apresentado por alguém da Pentecostal Unida e o único a lidar diretamente com a doutrina Unicista mesma. O propósito do trabalho foi para apresentar os elementos essenciais da convicção Unicista, para distingui-la claramente do trinitarianismo, e responder objeções que os trinitários possam levantar.

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Sendo que muitas pessoas, incluindo os trinitarianos, têm expressado grande interesse no trabalho, foi preparado para sua publicação. Foram feitas somente algumas mudanças pequenas, sendo que a mais notável é a citação tirada dos escritos de W.A. Criswell.

Espero que este livrete tenha uma dupla função: (1) um resumo, uma referência conveniente para crentes Unicista e (2) um resumo, porém uma introdução completa da Unicidade, para aqueles fora do movimento. David K. Bernard


Essenciais da Teologia Unicista

De acordo com uma estimativa, um quarto dos Pentecostais Americanos adere na doutrina conhecida como Unicidade.’ Na história da igreja, muitos têm formulado independentemente uma forma de teologia Unicista incluindo, por exemplo, os modalistas e os Sabelianos na era ante¬Nicena, Miguel Scheppe, (1531), John Miller (1876), Andrew Urshan (1910), R.E.McAlister, John Seheppe, e Frank Ewart (1913), e a Verdadeira Igreja de Jesus na China (1917). Conseqüentemente a teologia Unicista não pode ser analisada somente pelo desenvolvimento histórico do movimento moderno Unicista; devem ser dada atenção séria aos textos bíblicos que tem induzido o reaparecimento persistente dentro da Cristandade. Este trabalho identificará os dogmas distintos da teologia Unicista da perspectiva de um Pentecostal Unicista, e apresenta sua base bíblica, e compara-o com o trinitarianismo.

A doutrina Unicista pode ser apresentada sucintamente em duas propostas: (1) há um só Deus indivisível sem distinção de pessoas: (2) Jesus Cristo está toda a plenitude da Divindade encarnada, Todos os títulos da Deidade podem ser aplicados para Ele e todos aspectos da personalidade divina estão manifestados nEle.


Monoteísmo Radical

A base da teologia Unicista é um conceito radical de monoteísmo. Simplesmente declara, Deus é absolutamente e indivisivelmente um. Não há distinções ou divisões essenciais em Sua natureza eterna, Todos os nomes e títulos da Deidade, tais como Elohim, Yahweh, Adonai, Pai, Verbo, Espírito Santo referem-se a um e o mesmo ser, ou - em terminologia trinitariana de uma pessoa. Qualquer pluralidade associada com Deus é somente uma pluralidade de atributos, títulos, papéis, manifestações, modos de atividades, ou relacionamentos do homem. Esta é a posição histórica de judaísmo. Tanto crentes Unicistas como judeus encontram a expressão clássica desta fé em Deuteronômio 6:4: “Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR”.Muitas outras passagens no Antigo Testamento, particularmente em Isaias, afirma o monoteísmo estrito e são interpretadas literalmente de modo a excluir qualquer pluralidade na Deidade. Por exemplo:

“... antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Eu, eu SOU o SENHOR, e fora de mim não salvador.” (Isaias 43:10-11). “... eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim." (Isaias 46:9).

Nenhuma passagem no Antigo Testamento declara explicitamente a doutrina trinitariana; uma não pode derivá-la de uma exegese de somente textos do Antigo Testamento. Se a triplicidade é uma parte essencial da natureza de Deus, Ele não revelou isto para Seu povo escolhido. Se correto, o trinitarianismo é o único aspecto chave da natureza de Deus totalmente desconhecida no Antigo Testamento, mas revelada no Novo Testamento. Se Deus é uma trindade, então Abraão, o pai dos fiéis de todas épocas, não compreendeu a natureza da Deidade a quem ele adorava. Os crentes Unicistas dão as seguintes explicações para as passagens do Antigo Testamento que os trinitarianos citam quando aludem à trindade.


* O uso da palavra plural Elohim, não denota uma pluralidade de pessoas, mas é uma maneira característica para expressar a grandeza OU majestade na linguagem hebraica. * O uso do plural divino na frase. “Façamos o homem à nossa imagem" pode ser examinado de várias maneiras (1) Deus conversando com os anjos (como os judeus explicam); (2) Deus tomando conselho com a Sua própria vontade (como em Efésios 1: 11): (3) um pronome simplesmente no plural que concorda com o substantivo plural Elohim; (4) um plural de majestade ou literário: ou (5) uma referência profética à manifestação futura do Filho de Deus. E importante notar que, em cumprimento a este versículo, Deus criou Adão como uma pessoa, com um corpo, mente, personalidade, espírito e vontade. (Gênesis 1:27) - E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. (sempre se referindo no singular)


* Referenciais ao Filho são profético do homem Cristo, apontando para a manifestação futura de Deus em carne.


* Referências ao Espírito de Deus, a Palavra de Deus e a sabedoria de Deus não significa uma pluralidade de pessoas, assim como quando se fala do espírito, da palavra, ou sabedoria de um homem.


* Todas as teofanias do Antigo Testamento podem facilmente ser vista como manifestações do único Deus, que é onipresente, onipotente. Enquanto a expressão, “o anjo do SENHOR” aparentemente é uma teofania em muitas pas¬sagens, ocasionalmente a frase denota um anjo literal distinguido de Deus.


* As atribuições a Deus de partes do corpo humano é antropomorfismo, já que o único corpo físico permanente de um Deus que é Espírito é o do Filho de Maria.


* Freqüentemente os trinitarianos explicam que as passagens monoteísticas usadas para mostrar a Unicidade meramente falam da harmonia perfeita e da união dentro da trindade, e excluem uma pluralidade de divindades falsas; mas não uma pluralidade de pessoas no verdadeiro Deus. No entanto, nem os escritores bíblicos e nem os seus leitores originais entenderam assim. Além disso, este ponto de vista permitiria o politeísmo total, pois muitas divindades distintas poderiam viver em perfeita harmonia e união.


Os trinitarianos sugerem que a palavra hebraica usada para descrever a Unicidade de Deus é echad, que pode significar um em harmonia. Entretanto, também pode significar unicidade numérica absoluta, e é usada desta maneira muitas vezes nas Escrituras. E deve ser interpretada assim quando fere-se a Deus, ou então não excluiria o politeísmo como passagens em questão claramente pretendem. Até a importância que echad conota uma união de coisas plurais, significa a união dos atributos múltiplos de Deus.


Mudando para o Novo Testamento, os expoentes da Unicidade enfatizam a importância de exegetas na luz do contexto e cultura. Os oradores e escritores originais eram judeus estritamente monoteístas que não tinham pensado de introduzir uma nova e dramática revelação de pluralidade na Divindade. Nem escritores nem leitores pensavam em categorias trinitarianas, pois tanto a doutrina e a terminologia da trindade ainda não haviam sido formuladas. Muitas passagens do Novo Testamento confirmam o monoteísmo do Antigo Testamento. Nenhum dos testamentos usa a palavra trindade, ou associa a palavra três ou a palavra pessoas com a Deidade de maneira significativa. A única passagem que usa a palavra pessoa (hypostasis) em relação a Deus é Hebreus 1 :3, onde diz que o Filho é a expressa imagem da sua pessoa [Edição Revista e Corrigi da] - literalmente "substancia" - não uma pessoa ou substância separada de Deus. Enquanto os trinitarianos reconhecem que a sua dou trina da Divindade é um mistério para mentes humanas que são finitas. Os adeptos Unicistas sustentam que a Unicidade de Deus não é mistério, porém é claramente revelada na Escritura para aqueles que crerem. Para estes, o verdadeiro mistério da Divindade é a Encarnação (1 Timóteo 3:16), e que tem sido revelado.


Avaliando a posição da Unicidade, é interessante notar as conclusões da The New Catholic Encyclopedia: "Há o reconhecimento da parte de exegetas e teólogos bíblicos... que não se deve falar de Trinitarianismo no Novo Testa mento sem sérias qualificações... a exegese do Novo Testa mento já provou que tanto as formas de expressão quanto a maneira de pensar é característica do desenvolvimento patrístico e conciliário teria sido algo desconhecido para as mentes e cultura dos escritores do Novo Testamento". Do mesmo modo, o teólogo Protestante Emíl Brunner escre veu. A própria doutrina da Trindade, entretanto, não é uma doutrina Bíblica e este fato não é por acaso, mas por necessidade. É o produto de reflexão teológica acerca do problema... A doutrina eclesiástica da Trindade não é somente o produto de genuíno pensamento Bíblico, mas também o produto de especulação filosófica, o que é distante do pensamento Bíblico.


A Deidade Absoluta de Jesus Cristo

Teólogos Unicistas identificam Jesus Cristo como a encarnação do único Deus, baseando-se em uma interpretação literal de Colossenses 2:9-10 que diz, "Porquanto nele habita corporalmente toda a plenitude da Divindade. Também nele estais aperfeiçoados, Ele é o cabeça de todo principado e potestade”. Todos os nomes e títulos da Deidade — assim como Yahweh, Pai e Espírito Santo - podem ser aplicados propriamente a Jesus. Jesus não é a mera encarnação de uma pessoa de uma Trindade, mas a encarnação de todo o caráter, qualidade e personalidade do único e indivisível Deus.


A Unicidade afirma em termos fortes que Jesus é Deus, o mesmo do Antigo Testamento, e sustenta que os escritores do Novo Testamento tencionavam isto quando chamavam Jesus de Deus. Isto é, o único e somente Deus do Antigo Testamento se encarnou como Jesus Cristo. “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo” (11 Coríntios 5:19). Para usar a terminologia bíblica, Jesus é a imagem do Deus invisível. Deus manifesto em carne, nosso Deus e Salvador, e a expressa imagem da substância de Deus. W. A. Críswell, pastor da Primeira Igreja Batista de Dallas. Texas, e que no passado foi presidente da Convenção Batista do Sul, descreveu a deidade de Cristo em termos idênticos aos usados pelos unicistas nos seus Sermões Expositivos Sobre o Apocalipse. Freqüentemente não entendo as pessoas que pensam que no céu verão três Deuses. Se você pensa que verá três Deuses, então o que os Muçulmanos dizem acerca de você é verdade, e que o seu vizinho Judeu diz acerca de você é verdade. Você não é um monoteísta, você é um politeísta. Você crê numa multiplicidade de Deus, plural. “Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR. Conhecemos Deus como nosso Pai, conhecemos Deus como nosso Salvador e conhecemos Deus pelo Seu Espírito em nossos corações. Mas não há três Deuses. O verdadeiro Cristão é um monoteísta. Há um Deus”. Eu e o Pai somos um.” “Quem me vê a mim, vê o Pai.” É o Senhor Deus quem fala. É Ele a quem João viu quando voltou-se. O único Deus que você verá é o Senhor Deus a quem João viu na visão do candelabro. O único Deus que você sentirá é o Espírito do Senhor Deus em seu coração. O único Deus que existe: é o grande Pai de todos nós. O único Senhor Deus. é Cristo. No Antigo Testamento nós O chamamos de Jeová. No Novo Testamento, a Nova Aliança, nós O chamamos de Jesus. Hoje, o único grande Deus, apresenta-se em autoridade e em juízo e em dignidade judicial entre Suas Igrejas velando por nós. “Eu vi um semelhante [um grande símbolo místico] a Filho de homem É o próprio Senhor Deus que virá, pois Cristo Jesus é o Deus do Universo. Não veremos três Deus no céu. Nunca pense que na glória nós veremos Deus Nº 1 e Deus Nº 2 e Deus Nº 3. Não! Somente há um Senhor Deus. Nós O conhecemos como nosso Pai, nós (3 conhecemos como nosso Salvador, nós o conhecemos como o Espírito Santo em nossos corações. Há um Deus e este é o grande Deus, que foi chamado no Antigo Testamento, Jeová, e, no Novo Testamento manifestado em carne, é chamado de Jesus. o Príncipe dos céus, aquele que virá.


A Unicidade atribui a Jesus todos os títulos da Deidade

* Jesus é o Jeová do Antigo Testamento. Isto é estabelecido ao examinar muitas declarações do Antigo Testamento concernentes a Jeová que o Novo Testamento atribui a Jesus. Por exemplo, em Isaias 45:23 Jeová disse. “Diante de mim se dobrará todo o joelho, e jurará toda língua, mas em Romanos 14:10-11 e Filipenses 2:10-l1, Paulo aplica esta profecia à Cristo. O Antigo Testamento descreve Jeová como Todo Poderoso. Eu sou, único Salvador. Senhor dos senhores, Primeiro e Ultimo, único Criador, único Santo, Redentor, Juiz, Pastor e Luz; no entanto o Novo Testamento atribui todos estes títulos a Jesus Cristo.

* O Espírito Santo é literalmente O Espírito que estava em Jesus Cristo. “ 0 Espírito da verdade.., habita convosco, e estará em vós. Não vos deixarei órfãos, voltarei para vos outros" (João 14:17-18). “O Senhor é o Espírito" (II Coríntios 3:17). O Espírito Santo é o Espírito do Filho e o Espírito de Jesus Cristo (Gálatas 4:6: Filipenses 1:19). O Novo Testamento atribui as seguintes obras tanto a Jesus como ao Espírito Santo: mover sobre os antigos profetas, ressuscitar o corpo de Cristo, ser o Consolador, dar palavras aos crentes na hora da perseguição, interceder, santificar, e habitar nos crentes. Apesar de não rejeitar o trinitarianismo, Lewis Smedes reconheceu. “A experiência do Espírito é a experiência com o Senhor. Na época atual, o Senhor é o Espírito.., O Espírito é Jesus, o que foi assunto, operando na terra... O Espírito é Cristo em sua função redentora... Isto sugere que nós não cumprimos o propósito bíblico ao insistir que o Espírito como uma pessoa que é separada da pessoa cujo nome é Jesus.

Finalmente, os que ensinam a Unicidade identificam Jesus como Aquele que se assenta no trono celestial, ao comparar a descrição de Jesus em Apocalipse 1 com o daquele assentado no trono em Apocalipse 4, e notar que "Deus e o Cordeiro” é um só ser em Apocalipse 22:3-4. Conforme Bernard Ramm, os trinitários são ambíguos quanto ao fato de verem um ser divino ou três seres divinos no céu, mas os crentes Unicistas rejeitam firmemente qualquer noção de três seres visíveis como triteismo.


Pai - Filho - Espírito Santo

Crer na Unicidade não significa negar o Pai, o Filho, e Espírito Santo. Ela simplesmente oferece definições não trinitária para estes termos bíblicos. O título de Pai refere-¬se ao papel de Deus como pai de toda a criação, pai do Filho unigênito e pai de todo o crente nascido de novo. O título de Filho refere-se à encarnação de Deus, pois o homem Cristo foi literalmente concebido pelo Espírito de Deus (Mateus 1 : 18-20; Lucas 1:35). O título de Espírito Santo descreve a característica fundamental da natureza de Deus. A santidade forma a base de Seus atributos morais, enquanto a espiritualidade forma a base dos Seus atributos não morais. O título especificamente refere-se a Deus em atividade, particularmente Seu trabalho de ungir, regenerar, e habitar no homem. Portanto, a Unicidade afirma os múltiplos papéis e funções descritos pelos termos Pai, Filho e Espírito. No entanto, diferente do trinitarianismo, ela nega que estes três títulos reflitam uma triplicidade essencial na natureza de Deus e afirma que todos os títulos aplicam-se a Cristo simultaneamente. Os termos podem também ser entendido na revelação de Deus ao homem: Pai refere-se a Deus em seu relacionamento familiar com o homem; Filho refere-se a Deus manifestado em carne; e Espírito refere-se a Deus em atividade. Por exemplo, um homem pode ter três relacionamentos significativos ou funções - assim como administrador, professor, e conselheiro - e ainda ser uma só pessoa no pleno sentido da palavra. Deus não define-se e nem limita-se a uma triplicidade essencial.

Como já vimos, a natureza divina de Jesus Cristo o Filho de Deus é identificado como o Pai e o Espírito Santo. Além do mais, o Pai e o Espírito Santo são identificados como um único e mesmo ser: o termo Espírito Santo descreve o que o Pai é, O Espírito Santo é literalmente o Pai de Jesus, desde que Jesus foi concebido pelo Espírito Santo. A Bíblia chama o Espírito Santo o Espírito de Jeová, o Espírito de Deus e o Espírito do Pai. A Bíblia atribui muitas das obras de Deus o Pai ao Espírito também, assim como ressuscitar Cristo e habitar, consolar, santificar e ressuscitar os santos.

Os que ensinam a Unicidade oferecem as seguintes explicações para passagens do Novo Testamento muitas vezes usadas para demonstrar a existência de uma Trindade.

* Referências no plural ao Pai e o Filho simplesmente fazem distinção entre a deidade e a humanidade de Cristo.

Outras referências a Deus no plural fazem distinção entre várias manifestações, atributos, papéis ou relacionamentos que o único Deus tem. Por exemplo, II Coríntios 13:13 descreve três aspectos, atributos, ou obras de Deus ¬graça, amor, c comunhão - e os liga com nomes ou títulos que correspondem mais diretamente com estas qualidades ¬Senhor Jesus Cristo, Deus, e Espírito Santo. Assim também, em I Pedro 1:2 menciona a presciência de Deus Pai, a santificação do Espírito, e o sangue de Jesus.

* O batismo de Cristo não pretendia apresentar aos judeus devotos espectadores uma doutrina nova radical de pluralidade na Divindade, mas significativa a unção autorizada de Jesus como o Messias. Uma compreensão correta da onipresença de Deus dissipa qualquer noção que a voz celestial e a pomba requerem pessoas separadas.

* A descrição de Cristo do Espírito Santo com o “ou¬tro Consolador” em João 14 indica uma diferença de forma ou de relacionamento, isto é, Cristo em Espírito antes do que em carne.

* João 17 fala da união do homem Cristo com o Pai. Como um homem. Cristo era um com Deus em mente, propósito e vontade. e nós podemos ser um com Deus neste sentido. Entretanto, outras passagens ensinam que Cristo é um com Deus num sentido que nós não podemos ser, porque Ele é o próprio Deus.

* Dizer que Jesus está à mão direita de Deus não significa uma posição física de dois seres com dois corpos. pois Deus é um Espírito e não tem um corpo físico fora de Jesus Cristo. Tal ponto de vista seria distinguível do diteismo. Antes, a frase é uma expressão idiomática do Antigo Testamento, denotando que Cristo possui todo o poder, autoridade, e preeminência de Deus.

* As Epístolas de Paulo incluem tipicamente uma saudação tais como: "Graça a vós outros e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo” (Romanos 1:7). Isto enfatiza a necessidade de reconhecer não somente os papéis de Deus como Pai e Criador, mas também a revelação de Deus em carne como Jesus Cristo. A conjunção Grega kai pode significar mesmo”, identificando assim o Pai e Jesus como o mesmo ser. Em passagens semelhantes, tais como II Tessalonicenses 1:2 e Tito 2:13, deve-se aplicar a lei de Granville Sharp: Se dois substantivos próprios do mesmo gênero, número, e caso são ligados com kai, e se o primeiro tem o artigo definido e o segundo não, então ambos falam da mesma pessoa.

* “O Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo:” denota um relacionamento de aliança assim como " o Deus de Abraão.” Isto serve para nos lembrar das promessas que Cristo conquistou como um homem sem pecado, promessas do “Deus de Jesus Cristo,, que estão disponíveis àqueles que têm fé em Cristo.

* O kenosis de Cristo descrito em Filipenses 2:6-8 não significa que Cristo se esvaziou dos atributos divinos, como onipresença, onisciência e onipotência, senão Cristo seria meramente um semi-deus. O Espírito de Cristo reteve todos os atributos da deidade mesmo quando Ele manifestou todo o Seu caráter em carne. Esta passagem somente referem-se às limitações de Cristo imposta nEle relativa a Sua vida humana. O kenosis foi uma rendição voluntária de glória, dignidade e prerrogativas divinas, não uma abdicação de Sua natureza divina. A união de deidade e humanidade que era Jesus Cristo, era igual a Deus e procedia de Deus, mas se tornou humilde e obediente até a morte.

* A visão daquele sobre o trono e do Cordeiro em Apocalipse 5 é apenas simbólica. Aquele que se assenta no trono representa toda a Deidade, enquanto o Cordeiro representa o Filho em Seu papel sacrifical humano.


O Filho

Conforme temos visto, os expoentes da Unicidade explicam que o termo Filho fala da manifestação do único Deus em carne. Eles afirmam que Filho pode referir-se à natureza humana de Cristo somente (como em “o Filho morreu”) ou à união de deidade e humanidade (como em “o Filho voltará à terra em glória”). Entretanto, eles insistem que o termo não pode ser usado quando separado da encarnação de Deus; nunca pode apenas referir-se à deidade. Eles rejeitam o termo Deus Filho,” não bíblico, a doutrina do Filho eterno, e a doutrina da geração eterna. A frase “o Filho unigênito” não refere-se ao fato que o Filho foi gerado do Pai, por uma geração espiritual inexplicável, mas refere-se à concepção miraculosa de Jesus no ventre da virgem pelo Espírito Santo. Para estabelecer o princípio da existência do Filho, os crentes Unicistas indicam as seguintes passagens das Escrituras: "Descerá sobre ti o Espírito Santo e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso também o ente Santo que há de nascer será chamado Filho de Deus” (Lucas 1:35). “Vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei” (Gálatas 4:4). “Tu és meu Filho, eu hoje te gerei” (Hebreus 1:5). Eles apontam para o tempo em que o papel distinto do Filho terminará, quando o propósito redentor para o qual Deus se manifestou em carne não existirá mais. Isto não implica que o corpo imortal glorificado de Cristo deixará de existir, mas que a obra de mediador e o reinado do Filho findarão. O papel do Filho será imergido pela grandeza de Deus, que permanecerá em Seu papel original como Pai. Criador. e Soberano de todas as coisas. “Então o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos” (1 Coríntios 15:28).

Os crentes Unicistas enfatizam as duas naturezas de Cristo, usando este fato para explicar as referências no plural ao Pai e Filho contidas nos Evangelhos. Como Pai. Jesus as vezes agia e falava de Sua auto-consciência divina: como Filho Ele algumas vezes agia e falava de Sua autoconsciência humana.’4 As duas naturezas nunca entravam em conflito, porque elas estavam unidas em uma só pessoa.

Apesar de darem ênfase às duas naturezas de Cristo, os que ensinam a Unicidade têm dado inadequada atenção à muitas áreas da Cristologia. Alguns têm feito declarações que parecem de Apolinário [que defendia o adocianismo, ou seja que Jesus foi adotado à posição de Filho de Deus: por um ato de Deus],pois deixam de definir e usam termos com precisão, mas estudiosos da Unicidade rejeitaram opressivamente esta implicação. A Unicidade se desenvolveu cuidadosamente, pode ser vista como compatível com a formulação Cristológica do Concílio de Calcedânia, isto é, que Cristo tem duas naturezas completas — deidade e humanidade — mas é somente uma pessoa. Entretanto, os crentes Unicistas não se baseiam nos credos para formular posições doutrinárias, mas baseiam-se apenas nas Escrituras, que revelam a plena deidade de Cristo, a plena humanidade de Cristo, e a união essencial e total de deidade e humanidade na Encarnação.

Em alguns casos, os crentes Unicistas têm tomado posições Cristológicas não somente inconsistente com a Calcedônia, mas também com a sua própria posição na Unicidade. Por exemplo, alguns têm explicado o clamor de Cristo na cruz, “Deus meu. Deus meu porque me desamparaste?” como sinal que o Espírito de Deus deixou Jesus naquele momento. Este ponto de vista não apenas destrói a união da pessoa de Cristo, mas também afeta a crença em sua deidade absoluta. E mais consistente ver isso como expressando a punição que Cristo sofreu quando Ele tomou sobre Si os pecados do mundo. Ele de fato provou a morte por todos os homens; Ele sentiu a separação total de Deus que o pecador sentirá na eternidade. Entre os meios Unicistas existem várias opiniões acerca da possibilidade de Cristo pecar. Urna aplicação consistente de princípios da Unicidade indicaria que Cristo era irrepreensível. As vezes, alguém diz que Jesus conscientizou da Sua deidade ou tornou-se plenamente divino em algum momento de Sua vida adulta, como por exemplo em Seu batismo. Esta posição é inconsistente com as doutrinas Unicistas do Filho gerado. e da absoluta deidade de Cristo. e é portanto rejeitada pelo movimento.

Os que ensinam a Unicidade dão as seguintes explicações para dúvidas levantadas com respeito à Sua doutrina do Filho.


* De acordo com Hebreus 1:2, Deus criou o mundo através do Filho. Certamente. o Espírito (Deus) que estava no Filho era também o Criador do mundo. Esta passagem também pode indicar que baseou a inteira obra da criação sobre a fritura manifestação do Filho. Deus na Sua presciência sabia que o homem pecaria, mas Ele também sabia que através do Filho o homem poderia ser salvo e poderia cumprir o propósito original de Deus na criação. Como John Milier declarou, "Apesar de Ele não tomar sobre Si a humanidade até a plenitude do tempo, no entanto Ele a usou. e agiu através dela, desde a eternidade".


* Hebreus 1:6, o Filho é chamado de primogênito ou primeiro a nascer. Uma interpretação deste versículo segundo Ário diria que Deus criou um Filho divino antes de qualquer coisa que Ele criou, porém isto não é inconsistente com a teologia da Unicidade, e este movimento rejeita firmemente qualquer forma de Arianismo. O Filho é o primogênito no sentido da humanidade:

(1) Ele é o Filho primogênito e o unigênito. tendo sido concebido pelo Espírito;

(2) A Encarnação existiu na mente de Deus desde o princípio e formou a base para todas as ações subseqüentes;

(3) Como homem. Jesus é o primeiro a vencer o pecado, e é portanto O primogênito da família espiritual de Deus;

(4) Como homem. Jesus é o primeiro a vencer a morte, e é portanto o primogênito da ressurreição;


(5) Somente como primogênito tem a posição de preeminência. Jesus também é o cabeça de toda a criação e da igreja.


* Jesus existiu antes da Encarnação, não como Filho eterno mas como o eterno Espírito de Deus. O Filho foi enviado do Pai, mas esta terminologia simplesmente indica que o Pai estava colocando em ação o plano preexistente em um certo momento, e que o Filho foi divinamente apontado para concluir uma tarefa específica. Do mesmo modo. João Batista foi um homem enviado por Deus, mas ele não existiu antes da sua chegada ao mundo.


* As orações de Cristo representam a luta da vontade humana, submetendo-se à vontade divina. Elas representam Jesus orando de Sua auto-consciência humana e não da divina, pois Deus não precisa orar. Assim podemos explicar outros exemplos da inferioridade do Filho em poder e conhecimento. Se estes exemplos demonstram uma pluralidade de pessoas, eles estabelecem a subordinação de uma pessoa à outra, ao contrário da doutrina trinitariana de igualdade.


* Outros exemplos de comunicação, conversação ou expressão de amor entre Pai e Filho são explicados como comunicação entre as naturezas divina e humana de Cristo. Se usado para demonstrar urna distinção de pessoas; eles estabeleceriam centros de consciência separado na Divindade, que é de fato politeísmo.


O Logos

O Logos (Verbo) de João 1, não é equivalente ao título Filho na Teologia Unicista como é no trinitarianismo. O Filho está limitado à Encarnação, mas o Logos não está. O Logos é a auto-expressão de Deus, “a maneira de Deus de auto revelar-se” ou “Deus se expressando.” Antes da Encarnação, o Logos era o pensamento inexpressado ou o plano na mente de Deus, e era real como nenhum pensamento humano pode ser, devido a perfeita presciência de Deus, e no caso da Encarnação, devido a predestinação de Deus. No princípio, o Logos estava com Deus, não como uma pessoa separada mas com o próprio Deus — parte de Deus e pertencente a Deus, assim como um homem e sua palavra. Na plenitude do tempo Deus colocou carne no Logos; Ele expressou a Si mesmo em carne.


Teologia Do Nome

A Unicidade dá farte ênfase à doutrina do nome de Deus como expressado tanto no Antigo como no Novo Testamento. Para as pessoas dos tempos bíblicos, “o nome é uma parte da pessoa, uma extensão da personalidade do individuo”. Especificamente, o nome de Deus representa a revelação da Sua presença, caráter, poder e autoridade. No Antigo Testamento, Yahweh (Jeová) era o nome redentor de Deus e o nome singular pelo qual Ele distinguiu-se dos deuses falsos. Todavia, no Novo Testamento, os que ensinaram a Unicidade afirmam que Deus acompanhou a revelação de Si próprio em carne com um novo nome. Este nome é Jesus, que inclui e toma o lugar de Yahweh, pois literalmente significa Yahweh — Salvador, ou Yahweh é Salvação. Apesar de outros levarem o nome Jesus, o Senhor Jesus Cristo é o único que realmente é o que o nome descreve.


Enquanto os trinitarianos vêem o nome Jesus como o nome humano de Deus Filho, os crentes Unicistas vêem este nome como o nome redentor de Deus no Novo Testamento, que tem o poder e a autoridade que a igreja necessita. Eles apontam para estas passagens das Escrituras: “Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei” (João 14:14). “E não há salvação em nenhum outro, porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4:1 2). “Por meio de seu nome, todo o que nele crê recebe remissão de pecados” (Atos 10:43). “Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira, e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra” (Filipenses 2:9-10). “E tudo o que fizerdes, seja em palavras, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.” (Colossenses 3:17).


Eles notam que a Igreja Primitiva orava, pregava, ensinava, curava os enfermos, operava milagres, expulsava demônios e batizava no nome de Jesus. O nome de Jesus não é uma fórmula mágica: ele só tem efeito através da fé em Jesus e de um relacionamento com Ele. Todavia o Cristão deve usar o nome de Jesus falando em oração e no batismo, como uma expressão externa de fé em Jesus e obediência à Palavra de Deus.


Fórmula Para O Batismo Nas Águas

A teologia do Nome e a rejeição do trinitarianismo exige o uso de uma fórmula batismal Cristológica. O movimento Unicista ensina que o batismo nas águas deve ser administrado invocando o nome de Jesus. Geralmente, os títulos de Senhor ou Cristo, são usados como uma identificação adicional, como foi feito no Livro dos Atos. Expoentes da Unicidade mostram que cada vez que a Bíblia descreve a fórmula usada em um batismo, sempre descreve o nome de Jesus (Atos 2:38: 8:16; 10:48; 19:5: 22:16). Além destes relatos históricos no Livro de Atos, as epístolas usam muitas alusões à fórmula batismal do nome de Jesus (Romanos 6:4; I Coríntios 1:13; 6:11; Gálatas 3:27; Colossenses 2:12). Mateus 28:19 dá atenção especial, porque é a única passagem bíblica que possivelmente poderia ser interpretada como uma alusão a qualquer outra fórmula. É explicado como segue:


* A gramática do versículo denota um nome singular, sendo que Jesus é ao mesmo tempo Pai, Filho e Espírito, e sendo que Ele veio em nome de Seu Pai e enviará o Espírito em Seu nome, o único nome de Mateus 28:19 tem que ser Jesus. Muitos trinitários reconhecem que o nome é singular e identificam-no como Yahweh. Crentes Unicistas mostram que o nome salvador de Deus no Novo Testamento não é Yahweh mas Jesus.


O contexto exige uma fórmula Cristológica. De fato. Cristo disse. ‘Eu tenho toda a autoridade, portanto ide e fazei discípulos, batizando- os em meu nome. Outra vez, muitos estudiosos trinitários reconhecem a força deste argumento. Conseqüentemente argumentam que este versículo não relata a ipsissima verba [palavra exata] de Jesus, mas que é uma paráfrase por Mateus ou mesmo uma mudança litúrgica feita por copistas. E importante notar que Fusébio muitas vezes citou este versículo perante o Concílio de Nicéia, dizendo "em meu nome." Outros trinitários propõem que a igreja originalmente não via este versículo como uma fórmula batismal. Para crentes Unicistas que aceitam as palavras de Mateus 28:19 como estão, isto não apresenta um problema textual; eles vêem as palavras existentes como uma descrição da fórmula do nome de Jesus.


* Os relatos paralelos da Grande Comissão em Marcos 16 e Lucas 24, ambos descrevem o nome de Jesus.


* A Igreja Primitiva, que incluía Mateus, cumpriu as instruções de Cristo, batizando em nome de Jesus.


Enquanto historiadores da Igreja de um modo geral concordam em que a fórmula original do batismo era realmente "em o nome de Jesus" nem todos os trinitarianos concordam que esta frase bíblica denota invocar oralmente o nome de Jesus. Os que ensinam a Unicidade acham que sim porque:


* Esta é a maneira mais natural e literal de ler.


* Em Atos 22:16. Ananias falou para Paulo invocar o nome do Senhor no batismo.


* Atos 15:7 e Tiago 2:7, indicam que o nome de Jesus foi invocado por cristãos em várias ocasiões específicas. Neste último versículo. The Amplified Bible [A Bíblia Amplificada versão no inglês] identifica isto como o batismo nas águas.


* Quando os discípulos oravam, impunham as mãos sobre os doentes e expulsavam demônios "em nome de Jesus,” eles sempre invocavam oralmente o nome (Atos 3:6; 16:18; 19:13).


* A frase realmente significa o poder e autoridade de Jesus, mas o poder e autoridade representado por um nome é sempre invocado por usar de fato o nome próprio.


* Se esta frase não descreve uma fórmula batismal, então nem Mateus 28:19, já que a construção gramatical é idêntica. Todavia, isto deixaria a igreja sem qualquer meio para distinguir o batismo cristão do batismo pagão, do batismo judaico de prosélitos, e do batismo de João.


* Apesar de haver diferenças nas palavras exatas ditas em cada relato batismal, todos (inclusive Mateus 28:19) descrevem o mesmo nome: JESUS.


Recebimento do Espírito Santo

Pentecostais Trinitários muitas vezes têm sido acusado de glorificar o Espírito Santo as custas do Filho, e eles distinguem nitidamente entre receber Cristo e receber o Espírito Santo. A doutrina da Unicidade evita este problema. Receber Cristo é receber o Espírito Santo, e vice-versa.


Pentecostais Unicistas, tipicamente esperam que o batismo do Espírito Santo virá imediatamente após o arrependimento, como parte de uma experiência de conversão apostólica. Os discípulos esperaram até o Pentecostes para receberem o batismo do Espírito, apenas porque este não estava disponível antes da fundação da Igreja do Novo Testamento. Cornélio e a sua casa receberam imediatamente o Espírito quando creram na pregação de Pedro. Paulo foi cheio com o Espírito Santo como parte de sua experiência de conversão que durou três dias. Os Samaritanos em Atos 8 e os discípulos de João Batista em Atos 19 receberam o Espírito Santo quando chegaram à plenitude da fé em Cristo.


Portanto, ao contrário de outros Pentecostais, os Pentecostais Unicistas vêem o batismo do Espírito Santo como uma parte integral de receber Cristo. Para eles não é um novo encontro com outro membro da trindade, nem uma segunda ou terceira "obra de graça", mas é uma parte da vida nova em Cristo.


Conclusão

Em contradição ao trinitarianismo, a Unicidade afirma que:

(1) Deus é indivisivelmente um em número, e nEle não há distinção de pessoas;

(2) A Divindade não é mistério;

(3) Jesus é a absoluta plenitude da Divindade; Ele é ao mesmo tempo Elohim, Yahweh, Pai, Filho e Espírito Santo;

(4) O Filho de Deus foi gerado segundo a carne e não existiu desde a eternidade passada — este termo apenas refere-se à encarnação de Deus em Cristo;

(5) O Logos (Verbo) não é uma pessoa separada, mas a mente, pensamento, plano, atividade ou expressão do Pai;

(6) Jesus é o nome de Deus revelado no Novo Testamento e representa salvação, poder e autoridade de Deus;

(7) O batismo nas águas deve ser administrado para invocar oralmente o nome de Jesus como parte da fórmula batismal;

(8) os crentes definitivamente só verão um ser divino nos céus: Jesus Cristo.


A doutrina da Unicidade não destrói nenhuma doutrina essencial ao Cristianismo, desde a autoridade única da Escritura da expiação substituinte até justificação pela fé. De fato, os crentes Unicistas afirmam que a sua doutrina sustenta o Cristianismo bíblico de três maneira específicas:


(1) Ela restabelece a terminologia bíblica e os padrões bíblicos de pensamento sobre o assunto da Divindade, estabelecendo claramente o Cristianismo do Novo Testamento como herdeiro espiritual do judaísmo do Antigo Testamento;

(2) Ela defende a absoluta deidade de Jesus Cristo, revelando Sua verdadeira identidade;

(3) Ela dá ênfase bíblica no nome de Jesus, colocando o poder do Seu nome disponível ao crente. Em resumo, para eles a doutrina da Unicidade é um elemento crucial na restauração da fé bíblica e do poder apostólico.


Notas

1 Tirn Dowley, et. al., eds. Eerdrnan ‘s Handbook to rhe History of the Church (Grand Rapids: Eerdmans, 1977). pág. 619.

2 “No Hebraico substantivos pluralizados para ex¬pressar a grandeza ou majestade". Flanders, Henry e Cresson, Bruce, Inrroduction to the Bibie (New York: John Wiley & Sons, 1973). pág. 48 n. 8.

3 Marcos 12:29-30: Romanos 3:30: 1 Coríntios 8:4: Gálatas 3:20: Efésios 4:6: I Timóteo 2:5: Tiago 2:19: Apocalipse 4:2.

4 Estudiosos concordam que I João 5:7 não fazia parte do texto original, Mas se for autentico, este versículo não divide Pai. Palavra. e Espírito em três pessoas separadas. assim como um homem, sua palavra, e seu espírito não são pessoas separadas. A conclusão é, "Estes três são um".

5 "Trinity, Holy" The New Catholic Evcyclopedia (New York: McGraw Hili, 1967), XIV. 295-305.

6 Emil Brunner, The Christian Doctrine of God (Philadelphia: Westminster Press. 1949>. págs. 236-239.

7 II Coríntios 4:4: Colossenses 1 : 15:1 Tímóteo 3:16: Tito 2:13: Hebreus 1:3: II Pedro 1:1.

8 W. A. Criswel I . Exposirory Sermnons on Revelation (Grand Rapds: Zondervan, 1961-1966). págs. 145-146.

9 Ibiden, v. 42.

10 Lewis Smedes, Union with Christ, ed. rev. (Grand Rapids: Eerdmans. 1983). págs. 41-54.

11 Bernard Ramm. Protestant Bibli cal Interpretation, 3 edição (Grand Rapids: baker. 1965) pág. 171.

12 A mão direita de Deus significa Seu poder, e estar assentado à mão direita de Deus significa preemi¬nência (Ramm. pág. 100).

13 Trínitarianos que têm rejeitado a terminologia "Filho eterno" incluem Adam Clarke, o perito em seitas Walter Martin, e o anotador da Bíblia Pentecostal, Finis Dake. Veja Adam Clarke, Clarke ‘s Commentary (Nashville: Abingdon. 1810), V, 360-361; Walter Martin, The Kingdom of the Cults (Minneapolis: Bethany House Publishers. 1965), págs. 102-103; Finis Dake, Dake ‘s Annotated Reference Bible (Lawrenceville. Ga. : Dake’s Bible Saies, 1963), NT, pág. 139.

14 Para obter uma declaração trinitariana acerca da mesma posição, veja Henry Thiessen, Lectures in Systematic Theology, ed. rev. (Grand Rapids: Eerdmans, 1979). pág. 223.

15 John Miler, Is God a Trinity? 3 ed. (Princeton. N.J. : Impressão própria. 1922). págs. 96-97.

16 Flanders e Cresson. pág. 511; Miler. pág. 85.

17 Flanders e Cresson. pág. 61.

18 Um trinitariano que defendia uma teologia do nome de Jesus similar, veja Essex Kenyon, The Wonderful Name of Jesus (Los Angeles: West Coast Publishing Co. 1927).

19 James Buswell. Jr. A Systematic Theology of the Christian Religion (Grand Rapids: Zondervan, 1980), 1. 23.

20 Veja G. R. Beasley - Murray. Baptism in the New Testameni (Grand Rapids: Eerdmans. 1962). págs. 81-84.





Simples cantores ou verdadeiros adoradores?

Atualmente na Igreja do Senhor, em meio a um grande “BOOM MUSICAL”, em meio de tantos cantores, e músicos de qualidade, em meio a esta grande onda de louvor se faz necessário parar no meio do caminho e indagar diligentemente, por um breve lapso, acerca da qualidade do louvor que estamos apresentando a Deus, que tão genuíno é, que tão Bíblico é, perguntar acerca do que é louvor e o que não é louvor, o que é um adorador, e o que não é um adorador, tudo isto a luz das Escrituras. Perguntemos então, pelos caminhos antigos, não os modernos, qual seja o bom caminho e andemos por ele.

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Para saber se nosso louvor é excelente, muito bom, bom, regular, ou ruim diante de Deus, é necessário que aclaremos alguns conceitos entranhavelmente unidos a este tema, e que definamos quais são os princípios bíblicos estabelecidos por Deus, qual é a receita Bíblica da adoração e quais os ingredientes do mesmo.

Para nós, é necessário e indispensável ter bem claro cada um destes conceitos; já que, de ai dependerá que nosso louvor flua depuradamente, que seja genuíno; pois no contrário, cairemos em graves problemas e excessos com o oferecimento de “FOGO ESTRANHO”, a falta de originalidade de alguns músicos e cantores, e ainda de membros da Igreja tomando a personalidade de alguém para imita-lo e cantar ou tocar como ele, gritar como ele, até auto erradicar por completo a personalidade própria para posicionar, em seu louvor a outro individuo, isto é uma espécie de “Plágio de Louvor”, ou usando uma outra terminologia “Um Louvor Emprestado”, que seria como presentear algo a alguém, que já lhe havia sido presenteado, isto para citar apenas alguns exemplos.

Comecemos então a definir e estudar estes conceitos que nos conduzirão, com a ajuda de Deus, a estabelecer um balanço dos comportamentos bons ou maus que cada um de nós temos adotado com respeito a este tema.


CANTICO:

Canção, cantar com referência aos estados da alma. Ex. os cânticos dos pássaros.


LOUVOR:

Honra. O objeto pode ser, as estrelas, astros, sol, a lua, etc...


HONRA:

Louvor, Gloria.


ADORAÇÃO:

Louvor, Honra, Serviço.


GLORIA:

Fama, Honra, Majestade.


GLORIFICAR:

Dar gloria, Magnificar.

Podemos começar o estudo destes términos dizendo que uma pessoa pode estar cantando e pode não estar adorando. A adoração em si, é uma categoria mais alta no que se refere o louvor.

Muitas pessoas, têm cantado muitas vezes excelentemente; porém, nem todas às vezes têm sentido a unção do Espírito em seus cânticos, enquanto que, em outras ocasiões, outras pessoas não muito bem dotadas, musicalmente falando, tem estremecido nossos corações com seus cânticos. A onde está a diferença? Simplesmente é que um está cantando e o outro está adorando.

A Bíblia diz, ao começar o Salmo 95 verso 2: “Cheguemos ante sua presença com Louvores”, e mais adiante no mesmo Salmo 95:6, “Vinde adoremos e prostremo-nos”. Parece ser que o Louvor, é uma espécie de precursor de adoração; e a adoração, uma “Categoria” mais alta, visto que o Salmo, inicialmente, diz-nos “Chegai com Louvores”; é como se dissesse “Tragam uma boa disposição no tocante o louvor”; mais tarde convida, “Vinde e adoremos”, que quer dizer: Já estão Louvando!! Bom agora, então, venham e adorem!!! E quase que imediatamente, relaciona a adoração com a prostração, “Vinde, adoremos e prostremo-nos”, que é outra categoria.

Para reafirmar isto, lhe convido a darmos uma visitada nas Escrituras, você não vai encontrar um texto que relacione “O louvor” com a “Prostração”, mais sim, muitos textos que relacionem “A Prostração com o Louvor”. Isto nos leva a pensar que existe um pequeno passo que os divide, estando muito perto um do outro. Moisés sabia isto, já que a Bíblia diz: em Exodo34:8 “Então Moisés, apressando-se, abaixou a cabeça para o solo e adorou” Cornélio também o fez, ainda que o objeto de sua adoração estava equivocado, (At.10:25), “Quando Pedro entrou, saiu Cornélio a receber-lhe, e prostrando-se a seus pés o adorou”. Mesmo o diabo conhecia este secreto, havendo sido ele o líder dos louvores nos céus; por isso disse: “Tudo isto te darei, se prostrado me adorares”.

Esta passagem nos motiva a reflexionar e a meditar, imediatamente, em que histórica e biblicamente, a prostração significa estar diante da presença de um ser que é considerado supremo ou muito superior por aquele que se prostra.

Olhando esta diversidade de términos enfrentando seus significados precisos, podemos observar que entre estes não existem diferenças tão marcadas; pode estabelecer-se certa relação progressiva, como uma espécie de elos categorizados ou uma escada, a qual um degrau depende do outro, ainda também seu estado é distinto ao estado vizinho.

Parece ser que tendo o objetivo chegar a verdadeira adoração. A qual Deus solicita de seu povo, o primeiro degrau ou elo ou categoria parece ser que é o Canto, porque? Porque o canto é uma forma de expressão de toda a natureza, não somente do homem; e se nos referimos ao homem, não nos apeguemos somente aos homens cristãos. O canto em si é uma expressão com sentido musical, dos seres vivos, seja boa ou seja má, com referência a um tema específico. Por ele, podemos encontrar, no mundo cristão, cantos inspirados em multíplices temas, tais como: Testemunhos, pensamentos próprios, felicitações, que nem sempre louva a Deus. São simplesmente cantos. Por eles o apostolo Paulo recorda: “...Cânticos espirituais”, o que quer dizer, que na época que escreveu este texto havia “Cânticos Carnais”, sentimentais, etc... Da mesma forma que existe nos dias de hoje. Por isso o Apostolo Paulo insiste que sejam Cânticos Espirituais Bíblicos. Estes cantos podem estar profissionalmente bem construídos, e a Bíblia manda isto de cada interprete: “Tocai bem, os pandeiros”, porém, é possível que nem sempre esteja louvando a Deus através deles, ou que a oferta que vamos oferecer ao Senhor não seja genuína.

A Bíblia descreve o Louvor como uma categoria mais acima de um simples cântico. É comparável este término a outros como Glória, Honra, etc... Assim que quando você está louvando ao Senhor, você O está glorificando, está honrando ao Criador do Universo, e, não necessariamente, você tem que estar cantando; pode estar orando.

A adoração é como o grau sumo do louvor. Quando você louva o Senhor com um coração disposto, seguramente não demorará em entrar em estado de adoração.

Comecemos pelo princípio: O Senhor Jesus busca ADORADORES, já seja através da oração ou de cânticos espirituais. Se você, cantando pode louvar a Deus e, consequentemente, adorar-lhe e converter-se em um adorador, faça com toda a sua alma. Porém se você, cantando, não se comove a si mesmo, nem comove a outros, você então é um simples cantor, um cantor igual aos outros; talvez você musicalmente terá, muita técnica com acordes musicais, dissonâncias, tabelas de inversões etc... porém para Deus, esta forma de cantar ou de tocar, seria somente um címbalo que retine.

Por tudo o que foi exposto anteriormente, devemos perguntar se na realidade somos simples cantores ou se somes verdadeiros adoradores; se a oferta que oferecemos é uma simples excelente oferta como a de Caim (note, que a Bíblia diz que Caim escolheu do melhor fruto da terra e em Hebreus se confirma que a oferta de Caim foi excelente), ou se nosso sacrifício de louvor é como a oferta de Abel, “... Pela fé Abel ofereceu” MAIS “excelente sacrifício que Caim...” Esse mais na oferta de Abel foi o que marcou a diferença, foi o que fez que Deus optasse por receber somente a oferta de Abel. Assim que o comparativo Mais excelente que, nos aclara que a oferta de Caim foi excelente, porém a de Abel foi mais que excelente que a de Caim.


QUERIDOS IRMÃOS MARQUEMOS A DIFERENÇA:

SEJAMOS VERDADEIROS ADORADORES!!!




A Trindade e suas Teorias.

• São três pessoas DISTINTAS (separadas, diferentes).
• São três pessoas IGUAIS (que não apresenta diferenças, parecido, que não varia, que é sempre o mesmo).
• São três pessoas em UMA (agora virou quatro e não três).

Quando lemos a Bíblia com clareza, sabedoria e conhecimento não caímos nesta armadilha de satanás querendo CONFUNDIR a mente dos leitores.

Vamos ver ponto a ponto a LUZ da PALAVRA de DEUS.

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1) TRÊS pessoas DISTINTAS.

Logo, esta teoria cai por terra quando analisamos as Sagradas Escrituras. Vejamos: Por isso hoje saberás, e refletirás no teu coração, que SÓ o SENHOR é DEUS, em cima no céu e em baixo na terra; NENHUM outro há. Deuteronômio 4:39;

NÃO HÁ santo como o Senhor; porque NÃO HÁ outro fora de ti; e rocha nenhuma há como o nosso Deus. 1 Samuel 2:2;

Para que todos os povos da terra SAIBAM que o Senhor é Deus, e que NÃO HÁ OUTRO. 1 Reis 8:60;

Quem tenho eu no céu SENÃO a ti? e na terra não há quem eu deseje além de ti. Salmos 73:25;

Assim diz o Senhor, Rei de Israel, e seu Redentor, o Senhor dos Exércitos: Eu sou o PRIMEIRO, e eu sou o ÚLTIMO, e fora de mim NÃO HÁ Deus. Isaías 44:6;

As Escrituras estão ai para todas as pessoas. Agora, lendo estas passagens Bíblicas, não vejo outro Deus, vejo apenas UM. Os trinitários sempre vão encontrar um espaço para colocar mais DOIS, TRÊS e até QUATRO. Falta-lhes CONHECIMENTO.

2) São três pessoas IGUAIS.

Eles, trinitários, entram em contradição entre a primeira e esta teoria, porque, se a trindade é composta de pessoas DISTINTAS já não podem ser IGUAIS; Ou são DISTINTAS ou são IGUAIS. Esta teoria coloca as três pessoas em pé de igualdade na Divindade. Mas, vamos ver o que as Escrituras Sagradas dizem sobre esta teoria.

Vejamos: Ouvistes que eu vos disse: Vou, e venho para vós. Se me amásseis, certamente exultaríeis porque eu disse: Vou para o Pai; porque MEU Pai É MAIOR do que eu. João 14:28; Leu direito? O Pai é maior que o FILHO, sendo assim, NÃO SÃO IGUAIS.

Pois quem no CÉU se pode IGUALAR ao Senhor? Quem entre os filhos dos poderosos pode ser semelhante ao Senhor? Salmos 89:6;

A quem me ASSEMELHAREIS, e COM QUEM me igualareis, e me comparareis, para que sejamos semelhantes? Isaías 46:5;

NINGUÉM HÁ semelhante a ti, ó Senhor; tu és grande, e grande o teu nome em poder. Jeremias 10:6;

Portanto, grandioso és, ó Senhor Deus, porque NÃO HÁ SEMELHANTE a ti, e não há OUTRO Deus senão TU SÓ, segundo tudo o que temos ouvido com os nossos ouvidos. 2 Samuel 7:22;

E agora, onde está a trindade de pessoas IGUAIS?

3) São três pessoas em UMA.

Essa é de doer, mas, vamos lá, os trinos precisam conhecer a VERDADE. Essa teoria propõe a existência de três pessoas em UMA, mais conhecida como TRÊS EM UM.
As Escrituras Sagradas logo anula esta teoria. A Divindade não pode ser um “composto” de três pessoas em uma, visto que o próprio Cristo REPROVA com suas declarações esta teoria.


Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós. João 14:20; Este “composto” de três em um na Divindade é questionado por Jesus nesta passagem. Ao falar da eternidade e declarar que, naquele dia, ELE ESTARIA EM SEU PAI; e nós, NELE, e Ele em NÓS. Se a Divindade é um “composto” de três pessoas em UMA, em que lugar ficaria a TERCEIRA PESSOA para formar esse três em UM? Parece que a TERCEIRA pessoa foi excluída da Divindade.

E eu já NÃO ESTOU (Ops! Onde Jesus estava?) mais no mundo, mas eles estão no mundo, e eu VOU para ti. PAI santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que SEJAM UM, assim como nós. João 17:11; Mais uma vez a terceira pessoa fica de fora.

Para que TODOS sejam UM, como tu, ó Pai, O ÉS EM MIM, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. João 17:21; Será que Jesus teve algum problema com a terceira pessoa? Ele a excluiu dos seus planos.

Estas passagens desarticulam a postura das três pessoas em uma, por que a TERCEIRA pessoa é desmembrada por Jesus em suas orações deixando assim de formar o “TRÊS EM UM” que define esta teoria. Diante disto, Jesus só seria um “componente” da Divindade. Este pensamento é logo destruído pelo Apóstolo Paulo, quando ele faz a seguinte revelação sobre a Divindade de Cristo Jesus. Porque NELE (Jesus) HABITA corporalmente (de modo CORPORAL) toda a plenitude (estado do que se acha COMPLETO) da divindade; Colossenses 2:9.

Neste caso, Jesus não faz parte de um TRÊS EM UM em uma Divindade, pelo contrário, toda Divindade está em Jesus! Dessa forma, estaria concentrado em Jesus Cristo todo senhorio existente, tanto no Céu quanto na terra. Esta teoria perde agora duas de suas três pessoas diante deste relato de Paulo.